Íntegra da resposta da associação ‘Médicos Pela Vida’ sobre anúncio em prol do ‘tratamento precoce’

Informe publicitário favorável ao chamado kit-covid foi publicado em oito dos principais jornais do país no final de fevereiro O post Íntegra da resposta da associação ‘Médicos Pela Vida’ sobre anúncio em prol do ‘tratamento precoce’ apareceu primeiro em Repórter Brasil.

Íntegra da resposta da associação ‘Médicos Pela Vida’ sobre anúncio em prol do ‘tratamento precoce’

Leia a reportagem completa: “Farmacêutica e grupo de médicos são processados em R$ 55 milhões por anúncio de ‘tratamento precoce’”

Associação Médicos Pela Vida

“Em relação aos questionamentos feitos pelo site reporterbrasil.org.br, Médicos Pela Vida tem a informar:

Nunca fizemos propaganda de medicamentos. No Manifesto publicado na Imprensa em fevereiro de 2021, informamos à população que existem tratamentos para a Covid19, a maioria dos quais com medicamentos genéricos, baratos, sem patentes, sem marcas, e indicando os links para os estudos científicos comprobatórios. A maioria desses estudos apontando para medicamentos tão seguros que sequer precisam de receita, inclusive.

Obviamente, cada estudo ali utiliza dose de algum medicamento, que precisa ser definida obrigatoriamente por um médico, conforme cada caso. Somos médicos de verdade.

Inclusive, existem estudos positivos até com própolis, por exemplo. Temos, portanto, tratamentos com própolis. Um produto natural.

Portanto, Médicos Pela Vida sempre irá dizer que existem tratamentos eficazes, porque existem. E seguros! Porque temos estudos científicos comprovando isso. Nosso objetivo nunca foi fazer terrorismo, espalhar o medo. Alguma dúvida?

Mas, se para vocês, dizer que a existência de tratamentos é fazer propaganda de HCQ, IVM, Própolis, Bromexina, zinco, Fluvoxamina, Vitamina D e C, entre outros, vocês precisam concluir, obrigatoriamente, que os odiadores histéricos dos tratamentos fazem, portanto, propaganda da Dipirona e do Paracetamol. Ambos inúteis. Aliás, contraproducentes, pois se usados indevidamente inibem a febre benigna promotora da defesa primária do organismo, e o paracetamol, proibido em alguns países, pode causar hepatite fulminante! Publicidade disseminada em sites, blogs e na Imprensa. Não é mesmo? A imprensa mal orientada pode estar contribuindo para a morte das pessoas?”

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